Foto pink

Foto pink

sexta-feira, 9 de março de 2012

Os médicos não sabem nada

Quando eu era menina. minha mãe me ensinou a sempre que sentir qualquer dor ligar para o Dr. E assim eu fiz. Achando que os médicos sempre iam cuidar de mim, eu vivi a euforia do amor e deixei meu coração bater mais rápido, rápido e rápido! Um dia, meio a tante correria de pulsação, meu peito se abriu e congelei de tanta dor. Então, como sempre liguei para o Dr. Mas dessa vez, ele me disse que essa doença não tem cura e que o único jeito é esperar.

Por isso eu digo que os médicos não sabem de nada. Pois quando ocorre a maior dor de todas, eles simplismente nos mandam esperar, esperar ... e esperar.

Eu me pergunto, até quando eu precido esperar?

Sobre as Despedidas

O coração ainda quente da saudade do futuro, passou a bater mais devagar a cada instante.
Batia lentamente pois o moço que alimentava a caldeira, havia abandonado o serviço.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Instante Triste

Hoje eu não quero falar sobre minha tristeza.
Prefiro pensar sobre o meu caminho.
Pensar com força que a cada porta que se fecha, várias outras se abrem.

Transformar isso num mantra.
Antes que a tristeza seque minhas pernas,
e eu estacione na saudades da utopia futura.

domingo, 4 de março de 2012

Sobre a Solidão

E mais uma vez constato que a solidão acompanhada é a mais triste de todas. Uma prova de que o indivíduo é único e que a conexão que gruda um ser humana a outro é tênue demais, e quase impossível de ser estabelecida.

Por isso, hoje eu parto novamente. Parto com o peito escorrendo de dores e com uma imensa saudade de um futuro impossível.

Vou em busca de alguém. Qualquer um. Melhor seria, se sinceramente, esse alguém fosse eu. Achasse a conexão em mim. Mas eu duvido tanto. No fundo o amor próprio só existe quando um outro nos prova de que somos dignos de ser amados.

Hoje parto em busca do amor. Melhor que um colo singular, é a solidão a caminho.